Meus filhos não vivem sem celular, o que faço?




Outubro de 2017

Meus filhos não vivem sem celular, o que faço?

Por Bruna Vieira

Não tem como negar que a tecnologia faz parte do nosso dia a dia e que até as crianças não sabem viver sem internet. Este assunto polêmico foi o tema da conversa que tivemos com nossos colaboradores que são pais e revelam o que fazem para manter “sob controle” o uso de celulares, tablets e computadores entre seus filhos.
Eles concordam que, por um lado, o celular os ajuda quando eles precisam avisar que estão atrasados para buscar na escola e para saber que os filhos vão ligar em caso de emergência. Mas, por outro, os filhos acabam expostos aos perigos do acesso livre a internet, entre outras consequências mais graves no desenvolvimento dos pequenos.
Não há consenso sobre o momento certo de dar celular a criança, mas, segundo especialistas, até os 10 anos eles não têm maturidade e devem usar celular compartilhado com a família. Quanto ao uso de WhatsApp, Facebook, Instagram e Twitter (redes sociais), de acordo com os termos de privacidade, são indicados a partir dos 16 anos. Mas, não é isto que nossos colaboradores vivem em casa. Quanto ao tempo de uso dos aparelhos, os médicos da Academia Americana de Pediatria e da Sociedade Canadensede Pediatria têm muito claro que os bebês entre 0 e 2 anos não devem ter contato algum com a tecnologia; entre os 3 e 5 anos, deve ser restringido a uma hora por dia; de 6 a 18 anos a restrição deveria ser de duas horas por dia, proibindo o uso na hora do estudo, em sala de aula, nas refeições e perto da hora de dormir.
Nossos colaboradores concordam que não deve haver “negociação” quando os filhos ultrapassam os limites. Falando nisso, a vendedora Maria Idenilda de Jesus, 36 anos, da Nice Calçados de Caraguá, mãe da Jaqueline de 16 anos, Igor de 13 anos e Lucas de 8 anos, revela que a filha mais velha, se puder, fica 24 horas no celular. “Tirei o aparelho da Jaque por um ano. No começo ela se fechou, mas depois descobriu novas atividades como teatro e fanfarra da escola. Hoje ela voltou a usar celular e continua nas atividades culturais. Já o Igor gosta de conversar com pessoas mais velhas e usa para telefonar e falar com os amigos do grupo de jovens da igreja. O Lucas, às vezes, joga no meu celular”, confirma. Maria Idenilda também disse que busca controlar os acessos dos filhos às redes sociais e conversar com eles sobre os riscos do mundo virtual. Mas o que pode dar certo para um, nem sempre funcionará para outros. Cabe a cada família analisar e adequar à sua realidade vivida.


Jaqueline, Igor e Lucas.

A coordenadora da loja Nice de Caraguá, Michelle Aparecida Freitas Santos, 33 anos, mãe do Matheus de 1 ano e dez meses, conta que na creche o filho tem acesso a TV e adora os desenhos e músicas da Galinha Pintadinha, do Patati Patatá e outros. “Tive que aprender a achar outros desenhos pra ele ver no meu aparelho celular. À noite, quando chego dotrabalho, ele dança quando coloco as músicas no celular, mas logo vamos dormir juntinhos e nada compensa este contato físico. Meu filho é o amor da minha vida. Faz seis meses que está na creche”, confirma.


Michelle e Matheus

A vendedora Polyana Barbosa Silva, 29 anos, da Nice Fashion, mãe do Higor de 12 anos, Breno de 11 anos e Talles de 6, confessa que todos tem celular e acessam redes sociais como Youtube e WhatsApp só a noite, depois de fazerem a tarefa da escola. “Todos tem suas redes sociais cadastradas no meu e-mail, então sei quando estão baixando aplicativos. O celular ajuda numa emergência quando preciso falar com eles rápido e nas pesquisas da escola. Eles usam com limite o celular e perguntam se podem mexer antes”, relata.


Talles, Breno, Higor e Polyana.

Já a Jenifer Gonçalves Moreira, 22 anos, operadorade caixa da Nice São Sebastião, mãe do Levi Vitório Moreira Agostinho, 4 anos, diz que o filho assiste TV na escolinha, e que as vezes, ela empresta o seu telefone móvel para ele jogar. “Ele fica muito bem sem celular, mas se eu deixar ele sabe direitinho colocar os desenhos e passar para o próximo no youtube”, conta.

Jenifer e Levi.

Para driblar os excessos, algumas alternativas são: não oferecer um aparelho único à criança antes dos 10 anos; contratar um plano pré-pago e definir com o filho o valor que pode ser gasto em determinado período; se acabar o crédito, explicar que o filho terá que esperar até o próximo período a ser recarregado; criar senhas de acesso para download de aplicativo; ter acesso ao que a criança está vendo ou jogando. Mas atenção, as crianças aprendem com exemplos, de nada adianta obrigar seu filho a desconectar da internet para praticar outras atividades e você continuar grudado no celular ou tablet em seu momento de lazer. A mudança tem que ser em toda a família.

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